“Ela passou por tanta coisa que deixa o mundo parecendo temê-la. Enfrentou tudo o que você puder imaginar. E o que não puder também. O coração dessa aí não é de pedra. Mas é quase. Mas bate. Bate num ritmo incerto, tão incerto quanto ela. E não para. Nunca parou. Nem pisado, nem afogado. Na água, na areia. Foi atingido, por tudo. Não se levanta mais, não por fraqueza, porque não deixa mais nada derrubá-lo. Muitos não entendem, muitos nunca irão entender. Alguns já, percebem por seus olhos uma resistência de seu coração. Resistência à vida, porque viveu demais. Secou-se. E não aparece sob as nuvens pra não se molhar.
“Ela levava um sorriso no rosto, e mil tristezas no coração.